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Minha Boneca de Verdade

Quando eu tinha uns 7 anos, eu ganhei no natal um boneco-bebê. Ele ganhou o nome de Renato. As minhas duas primas também ganharam. Só que a delas era uma menina. De lacinho e tudo. E vestidinho. Um charme. Eu tinha o Renato. Ok, ele também era fofo. Mas as bonecas meninas … Ah, que sonho. Eu emprestava o Renato um pouquinho e elas me emprestavam as “meninas”. Meus pais, percebendo a minha vontade de ter uma bebê menina, me deram uma. Ela era ainda mais parecida com um bebê de verdade. Só que era bem pequenina, muito menor comparada aos outros. Mas foi amor a primeira vista. Renato, coitado, ficou de lado. A boneca era levada de um lado para outro. Passava talco, trocava vestidos e laços. Eu não lembro, mas minha tia diz que eu botava ela na janela para pegar sol. O nome que ela ganhou foi “Quena” . Porque ela era muito pequena. Pois bem, trinta anos se passaram, e eu ganhei uma “Quena” de verdade. Minha Lulubinha. 1 ano e 1 mês. Vestindo 3 meses. 4,600 kg. Do tamanho de um botão. Uma mini bebê. Minha “Quena” da vida real. De lacinho de verdade. As vezes eu olho para a Luísa, me lembro da “Quena” e me emociono. Elas são tão parecidas. Vai entender os caminhos que Deus desenha para a gente…

Autoria – Daniela Figueiredo – Blog Um Sonho Diferente. 

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